sexta-feira, 18 de abril de 2014

Quando os clichês fazem sentido


Quando a mão soa frio, o coração acelera, e aquela música idiota faz todo sentido do mundo. Quando o mundo gira bem de vagarinho e tudo que você mais quer é morrer naquele abraço, ou viver feliz para sempre envolvida pelos braços do dono do sorriso mais lindo que você já viu em toda sua vida.
Só é bobagem quando a gente vê em filme, escuta em música ou lê em livro, mas quando acontece, não há nada no mundo que lhe faça desistir desse sentimento bobo que conforta o coração.
E não tem mais como negar, é amor, é paixonite, é qualquer coisa, mas é alguma coisa, um sentimento só meu.
E o mundo para, e as aulas voam, e o cérebro entra em pane, as bochechas ficam coradas, enquanto a risada não se cansa, e dá vontade de sair dançando pela cozinha, brincando de ser feliz, é amor, é paixonite, é qualquer coisa. É clichê, é bobinho, mas eu espero que fiquemos velhinhos, assim, juntinhos.

Fernanda Costa já esteve apaixonada
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sábado, 8 de março de 2014

Filmes + Livros de Fevereiro

Fevereiro não foi um mês muito produtivo pra mim no quesito cultural. Final de semestre sempre nos deixam lotadas de tarefas, o que não permite longos tempos livres para fazer outras coisas. Mas, mesmo assim, tentei ler pelo menos um livro e assistir alguns filmes.

Primeiramente, preciso falar sobre o filme que estava em cartaz no mês passado: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS!

Sentar naquela poltrona do cinema para assistir esse filme em específico me deixou bem nervosa. Afinal, a adaptação era do meu livro favorito (!!) e eu tive medo de como aquilo sairia e, sim, foi lindo. O filme é maravilhoso, apesar de transmitir muita tristeza, ele soube ser fiel ao livro em muitos pontos o que me deixou bem feliz. Enfim, a fotografia é linda, os atores conseguiram encarnar bem os personagens e, no geral, o filme é incrível. Então, se você ainda não assistiu, ta perdendo bastante coisa, só assim pra entender o sentimento que ele transmite. E, ah, se possível, leia o livro também, pois ele é maravilhoso.

Outros filmes:

1. 12 Years a Slave - 12 Anos de Escravidão (2013)

2. A Vitta è Bela - A Vida é Bela (1997)
3. Les Miserables - Os Miseráveis (2012)
4. Midnight in Paris - Meia Noite em Paris (2011)
5  Sherlock Holmes - Sherlock Holmes (2009)
6. Sherlock Holmes: A Game of Shadows - Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (2011)
7. Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street - Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)
8. The Chronicles of Narnia: Prince Caspian - As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (2008)
9. Red Lights - Poder Paranormal (2012)




Livros:


Em relação a livros eu fui uma vergonha! Eu consegui ler apenas um - apesar de ele ser gigante! Foi o segundo volume da série 'Guerra dos Tronos' com o nome de 'A Fúria dos Reis'. É um série de tv que eu gosto muito e não pude resistir aos encantos da série de livros também! Enfim, esse mês eu espero que renda mais leituras.

Até a próxima,

Vick.


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Só alguns minutos...


Cinco dias na semana, 17h30, religiosamente, parada no ponto de ônibus esperando para entrar, é hora de ir parar em outros pontos e às 18h40 estacionar na frente do bar que muitos amam matar aula, já que na faculdade aparentemente a farra dura de segunda à segunda (que Deus abençoe as provas substitutivas), quase um sonho americano, só que sem metade das loucuras, American Pie nos iludiu todos esses anos.
Ultimamente minha vida tem se passado por trás dos muros de uma faculdade, tive de dar adeus ao meu eu colegial e abraçar a garota de Letras, pois é, de Jornalismo para Letras, assim, numa paulada só, foi quase como arrancar um band-aid rapidamente para não doer tanto. Mas essa é a primeira vez na vida em que não fico mentalizando músicas tristes o tempo todo e pensando o que vai ser do meu futuro, o ponta-pé inicial foi dado, essa é a largada para o resto da minha vida.
Agora posso andar pelos corredores, vestindo short, vestindo calças, vestindo camisetas largas, ninguém vai olhar, ninguém vai perceber, talvez alguma estudante de moda note sua presença, mas acredite, estão apenas montando um blog e gostaram do seu visual naquela noite.
O outro mundo onde tudo pode acontecer, fica cerca de quarenta minutos, todo dia uma pequena viagem precisa ser feita, alguns dias nada de anormal, apenas cochichos, alguns dormindo, outros rindo; algumas voltas já foram trágicas para alguns, pessoas que precisaram parar em outro ponto, pois algo ruim havia acontecido em casa, o lugar onde todos te esperam orgulhosos, mesmo que cansados, perguntam se está tudo bem e se a aula foi boa, todo dia, religiosamente, antes do boa noite.

Fernanda Costa
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domingo, 2 de março de 2014

Ah, a faculdade...


Finalizo aqui meu primeiro ano de faculdade. Um pouco atrasado do convencional, eu sei, mas depois de uma greve é bem compreensível.
Acho que se eu fizer um balanço de tudo o que aconteceu até o presente momento e tivesse que definir em uma palavra, eu escolheria 'incrível'. Eu sei que é comum termos pensamentos totalmente utópicos em relação a uma universidade, ainda mais quando somos regados de filmes que nos mostram um lado diferente, ou pelo menos do que nós aqui iremos encarar. Mas, apesar de perceber que tem toda uma carga defeituosa sendo carregada nos ombros da minha faculdade, posso dizer com todas a sinceridade que foi o melhor ano da minha vida.
Primeiramente por cursar algo que eu sempre sonhei. Fazer aquilo que gosta é a melhor atitude que alguém pode tomar e eu não me arrependo! 
Em segundo lugar, eu conheci pessoas maravilhosas. Assim mesmo, fodas, incríveis, exemplos de muitas coisas. Pessoas que hoje dividem comigo a minha nova - já não tão nova - vida. Nós nos encontramos quando perdidos e hoje somos uma família.
Além disso, a faculdade me proporcionou crescer. Sair da casa dos pais, ter que tomar conta do meu próprio nariz de uma vez por todas, ser responsável, entre outras coisas, me tornou uma pessoa bem mais madura - apesar de que eu ainda tenho muito o que melhorar. Mas fico grata pelo espaço universitário me dar a oportunidade para abrir a cabeça para muitas coisas, mudar conceitos e ser menos individualista, me sinto um ser humano bem melhor ultimamente.
Em suma, a faculdade tem sido algo realizador pra mim. Me sinto vivendo muitas coisas ao mesmo tempo e eu ainda tenho mais três anos de graduação por ai, ou seja, imagino que eu ainda tenha muita história para contar.

Agora eu entro de cabeça nas minhas (atrasadas) férias e mês que vem volto pro meus segundo ano. Não sei ainda o que esperar, afinal, vem mais histórias pela frente e bastante coisas diferentes. Mas uma coisa eu tenho certeza: quero fazer desse ano algo melhor ainda.



Até a próxima,

Vick.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Filmes + Livros de Janeiro

Já que o primeiro mês do ano chega ao fim, vim fazer um balanço dos filmes que assisti nesse mês e também as leituras que fiz. Aproveitando o tema, também vou falar um pouco do filme de janeiro que assisti no cinema!



Para começar, vou falar dos filmes. O destaque – como eu já me comprometi a assistir a um filme por mês no cinema – vai para Frozen. No dia 11 fui assistir a mais nova animação da Disney. Devo dizer que é um filme totalmente apaixonante e me contagiou de uma forma muito boa. O que achei mais legal é que o 'assunto' principal não é o amor entre um príncipe e uma princesa, onde eles passam o filme inteiro para ficarem juntos no final. Óbvio que há sim o romance, como é de se esperar, mas o amor em destaque no caso e o fraternal, é o amor das irmãs e a relação delas perante aos obstáculos da vida. É lindo, é fofo, é incrível e vale a pena assistir.

Outros filmes:

1. The Raven – O Corvo (2012)
2. Intouchables – Os Intocáveis (2011)
3. The Counjuring – Invocação do Mal (2013)
4. Le Fabuleux Destin D'Amélie PoulainO Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)
5. The Vow – Para Sempre (2012)
6. The Broken Circle BreakdownAlabama Monroe (2014)


Livros:

1. Extraordinário – R. J. Palácio
2. Mathilda Savitch – Victor Lodato
3. A Morte da Luz – George R. R. Martin
4. Helena – Machado de Assis
5. Um Estudo em Vermelho – Arthur Conan Doyle


Bom, esse foi meu balanço do mês. Espero que 2014 seja um ano muito produtivo no quesito filmes/livros pra todos nós! 

Até a próxima,
Vick.


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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Eu sou um guarda chuva diferente e não me encaixo no seu padrão de beleza...


Eu precisava de um guarda chuva. Depois de quase um ano morando nessa cidade, tomei vergonha na cara e comprei um. Aqui o tempo é bem instável, o céu pode estar lindo, azul, fofo... E ainda assim tem grandes possibilidade de cair uma chuva horrorosa a qualquer momento.
Então eu fui atrás desse acessório que resolveria muitos dos meus dias tristes. Chegando lá, vários modelos diferentes chamaram minha atenção, mas em geral, eu poderia escolher entre aquele estrondoso que mais parece um guarda-sol de praia ou um mais compacto para levar na bolsa.
Ao escolher o pequeno, a dona da loja disse 'Ah, mas esse ai quando abre e molha não vai caber na sua bolsa, ele fica esquisito e molha tudo.'
Ok. Fui para os grandes.
Tinha vários com umas estampas lindas e eu realmente fiquei toda encantada por um xadrez, ele era lindo. E, de novo, a dona da loja me interrompeu 'Olha, se eu fosse você levava esse aqui porque ele é duplo, não é muito grande e tá no mesmo preço.' E ela me mostrou o tal guarda chuva duplo, mas ele não tinha a mesma beleza que os outros tinham. Ele tem uma estampa que não consegui definir até agora e tem umas coisas nada chamativas ou 'da moda'. Mas eu pensei bem e comprei o guarda chuva duplo e que tinha o preço em conta. Afinal de tudo, ele ainda era um guarda chuva, fazia muito bem a sua função de me proteger da chuva e ainda era duplo! Não é por que ele não se encaixa no padrão imposto para os guarda chuvas que ele tem que ser ignorado, certo?
E então as pessoa se depararam com meu guarda chuva e eu ouvi de uma delas que ele era feio.
'Mas eu paguei barato' falei. 'Continua feio.' 'Mas ele é duplo.' continuei defendendo o meu acessório' 'Continua feio.' 'Mas ele é um bom guarda chuva, faz sua função muito bem.' 'Ah, mas continua feio.'
Depois eu fiquei com isso na cabeça, até pensei em pintar meu guarda chuva, fazer algo que desse um aspecto diferente para ele. Mas o que isso vai mudar? Ele vai continuar sendo um guarda chuva e vai continuar me protegendo desse fenômeno natural. Por que raios eu preciso mudá-lo? Não, eu não preciso. Decidi que esse é meu companheiro dos dias e noites chuvosas, assim, do jeito que ele é. Pode ser feio no conceito de alguns, mas eu não ligo.


Mas, afinal, o que eu quis dizer com isso? Ah, nada de mais, afinal, os guardas chuvas são as únicas coisas no mundo que são impostos a um padrão de beleza, né?

Até a próxima,

Vick.
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domingo, 19 de janeiro de 2014

Resenha: Tamanho 42 Não é Gorda - Meg Cabot

Parece que toda vez em que eu prometo não sumir e fazer mais posts, fico completamente sem humor e vontade, então nunca mais volto, faço as malas e fujo para a terra da rainha.


Mas enfim, o post não é sobre a minha (droga de) vida, e sim sobre um livro que li no começo desse ano!
Sempre fico de olho no instagram e no blog da Melina Souza, vi a foto de um livro de capa rosa e adorei, principalmente pelo nome tãaao sugestivo, durante minhas férias fui em um sebo IN-CRÍ-VEL em Marília, e olhando as enormes prateleiras, lá estava o livro de capa rosa "Tamanho 42 Não é Gorda".

Sem nem ao menos ter o mínimo conhecimento da sinopse do livro (nem li atrás!) comprei por causa do preço inacreditável, quando voltei para casa comecei ler e adorei!

Heather Wells era uma famosa cantora adolescente, mas sua carreira entrou em declínio e seu quadril em ascensão, ela então chega ao ponto em que nenhum artista quer chegar: o fundo do poço! Ela foi chutada pela gravadora, sua mãe fugiu com seu empresário (e seu dinheiro) e para ajudar ela pega o namorado traindo-a.

De cantora para diretora assistente de um dormitório da faculdade de Nova York (na verdade conjunto residencial estudantil, ela me corrigiria se fosse real!). Garotas começam a morrer no poço de elevador, supostamente "surfando", mas Heather acredita que garotas não fazem surf de elevador, principalmente garotas tão "certinhas", são esses crimes inesperados na faculdade levam Heather a despontar sua veia investigativa. Pois é, Meg Cabot inovou seu romance chick-lit, não é apenas o velho contexto de sempre, é um chick-lit policial!

A parte "viveram felizes até o próximo livro" não existe em Tamanho 42 Não é Gorda, já que Heather é apaixonada por Cooper (irmão mais velho de Jordan, o ex sacana que a traiu, mas mesmo assim vive importunando-a), mas ele não parece compartilhar dos mesmo sentimentos, já que como a própria personagem diz ele gosta de mulher inteligentes e formadas, e Heather é apenas um ex-cantora pop adolescente que cantava músicas vergonhosas.

Essa série é tida como uma das menos "menininha" e mais "adulta" escrita pela Meg, mas o único outro contato que eu havia tido com a sua escrita, era quando a via na última página da Capricho.
Apesar do nome de livro de auto-ajuda, o livro apenas mostra uma 'heroína' que está fora dos padrões, ela não é manequim 36 como as outras, não rola toda aquela coisa de auto-ajuda, na maior parte do tempo mostra as inseguranças da personagem principal para com o seu peso. No final das contas, o título nem tem tanta relação assim com a história.

Estava com saudades de um chick-lit em que a gente só para de ler quando chega no final, agora preciso comprar os outros livros da série e obrigada a pessoa que vendeu esse livro para o sebo!

Ps: Se você AMA garimpar sebos e não tem como ir por algum motivo, o sebo de Marília tem uma loja online, clique aqui.

Ps²: No canal da autora tem esse vídeo-clipe da Heather em seus dias de glória.


Não esqueça de comentar me contando qual seu chick-lit favorito! 

Fernanda Costa
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