Quando você estuda teoria do Caos pela primeira vez, parece
até que o mundo toma outras proporções, tudo e qualquer coisa parece ser fruto
dessa teoria.
Você passa a vida toda sonhando em ser médica, mas no dia de
fazer a inscrição para o vestibular resolve que vai ser uma publicitária, dá
adeus, ou apenas adia tudo aquilo que se preparou anos para viver.
O bater de asas de uma borboleta transformou tudo isso? Ok,
não, acho que não. Mas coisas tão simples se tornam absurdamente inexplicáveis.
Talvez isso seja o que chamamos de vida, as pequenas
mudanças e tudo aquilo que sempre nos disseram. Mas como será que a vida seria
antes se no começo disso tudo o centro continuasse sendo a Medicina?
Pra que estou falando isso se desde meus treze anos decidi
que serei uma Jornalista? É pela Babbi, (sim, a nossa linda Babira que faz parte
da equipe do blog) ela tinha o sonho de ser médica, não que ainda não tenha, mas agora a Medicina deu lugar aos corredores onde a comunicação é o novo caminho para se seguir, desde que a conheci logo
soube sobre esse sonho, e do nada tudo mudou e adivinha? Minha Fletcher linda passou no
vestibular para Publicidade e Propaganda.
Parabéns por essa conquista amiga, e por essa reviravolta
sem tamanho que sua vida deu, já pensou que louco acabarmos trabalhando juntas?
Já que Publicidade e Jornalismo caminham de mãos dadas praticamente. Quero só
ver a minha caloura linda ano que vem arrasando na FUMEC.
Estava deitada, olhando para o teto, o tic-tac irritante do relógio anunciando que naquele momento eu acabava de perder mais um pouco da minha vida, um tempo do qual eu deveria estar vivendo, mas estava desperdiçando com um vazio rondando minha mente.
Peguei minha bolsa, coloquei meus óculos escuros e resolvi ir até o bosque, fazia tanto tempo que havia ido, lembro-me da última vez em que estava lá embaixo de uma árvore, ouvindo Amy Winehouse enquanto observava o meu garoto dos olhos azuis, ainda lembro-me do seu perfume de quando nos esbarramos, fui embora sem saber o seu nome, por muitas vezes me recordava daquele momento, imaginando o que poderia ter feito e não fiz, maldita timidez, maldita mania de deixar as coisas arquitetadas apenas nos pensamentos. Passei noites acordada imaginando uma personalidade para ele, como se fosse apenas mais um dos meus personagens de algum conto britânico.
Cheguei ao bosque sentando-me embaixo da mesma árvore, me imaginei longe daquele lugar, meu pensamento me levou até Londres, dentro da London Eye com o meu garoto, as coisas poderiam ser bem mais simples e minha imaginação poderia ser menos fértil.
Levantei indo embora, estava observando algumas crianças quando trombei com alguém e minha bolsa caiu.
- Ei! Não olha por onde anda? - repreendi me abaixando para juntar minhas coisas, ergui meus olhos que borbulhavam raiva, nossos olhares se cruzaram, era ele.
- Desculpa, não foi minha intenção...
- Não foi nada, desculpe minha grosseria.
Sai correndo sem nem ao menos olhar para trás, eu estava destinada a nunca saber o nome dele, e ele estava destinado a morar em minha imaginação.
Perambulando minhas redes sociais vi amigos que não são mais amigos, são apenas mais um contato na minha lista telefônica, apenas uma foto antiga na memória do meu computador.
Por que tudo insiste em mudar? Admito estar me sentindo melhor agora com o meu eu interior, achando meu caminho nesse mundo, (quase) pronta para minha missão intergaláctica que nasceu comigo e eu nem sequer sei o que é.
Está bem, não estou pronta, não sei quando ficarei pronta, nem se ficarei pronta. Estas confusões que pairam sobre minha cabeça, os amigos com seus relacionamentos amorosos, enquanto estou parada apenas observando tudo isso, sou tão diferente assim?
Todas essas coisas que me dizem sobre o tempo passar rápido demais me assustam, estou ficando velha, estou deixando a vida passar, não estou fazendo o que deveria. Tragam-me um dia a moda Ferris Bueller.
Não sei direito o que serei daqui dois anos, não sei se fugirei as minhas próprias expectativas, toda essa pressão psicológica que as pessoas impõem a mim só me causa mais confusão.
Tudo parece cair sob minha cabeça, as escolhas cada vez com menos alternativas, cada vez mais difíceis.
Sorria, é apenas a sua vida.
Uma vez estava mexendo em algumas gavetas e acabei me
deparando com alguns rascunhos de poemas e letras de músicas das quais eu
escrevi há muito tempo. Engraçado que pelo menos uma vez na vida todo mundo já
quis ser uma estrela do rock, ou quase todo mundo.
Digamos que alguns até chegam a tirar suas bandas da
imaginação e trazem para o mundo real, claro que nem tudo é um mar de rosas, na
peleja da vida alguns acabam por desistir e outros lutam pelos tais dias
melhores. Tom Fletcher é um exemplo de não ter desistido e acabou formando o
McFLY, se ele não tivesse sido ‘chutado’ do Busted, será que hoje haveria a
banda que eu tanto amo? Ou se depois de ter sido chutado ele tivesse ficado de
mal com o mundo e resolvesse seguir uma vida comum, como seriam as coisas hoje?
O modo como Danny entrou para música também é motivante, devo agradecer todos
os dias pelas mães deles e quem mais os ajudou, não consigo imaginar minha vida
sem McFLY.
Claro que não estou escrevendo para contar a história da
minha banda favorita, só estou fazendo isso para descontrair enquanto estou
sentada em um banco da escola em um dia chuvoso esperando alguma amiga chegar,
enquanto isso sempre tem alguém da minha sala que passa por mim perguntando se
estou fazendo tarefa.
Aliás, o mesmo banco do qual escrevo isto, é o banco onde
escrevi a maior parte das minhas falhas tentativas de uma poesia bem sucedida,
não desisti da vida de escritora, só desisti mesmo das poesias, não levo o
menor jeito com rimas, meu negócio é soltar a imaginação com personagens piegas
e histórias açucaradas.
Enquanto isso espero aperfeiçoar-me e quem sabe um dia
conseguir ser o Nicholas Sparks de saias.
Depois do fim da experiência super bacana que eu tive no Die in P!NK comecei a ficar desesperada por ter perdido meu "emprego" e ter ficado apenas com o Arquivando-Me. Então ontem uma nova oportunidade acabou quase que caindo em mim e resolvi aceitar, não havia motivos para não aceitar.
É com muita alegria que lhes informo que agora sou um ELEFANTE DE BERMUDA, ok, essa é a hora em que vocês param de rir desse nome. O Elefante de Bermuda é um blog sobre coisas como filmes, livros, séries, games, geek, política e até ESPORTES.
Quem está acostumado a ler meus posts fofinhos talvez vá até estranhar essa nova fase mais jornalista da qual é o meu foco la no Elefante de Bermuda.
"Mas Fer, você vai largar o Arquivando-me?" NÃO, aqui é o meu refúgio, meu bebê, meu tudo, nunca vou largar o Arquivando-me.
Para acessar o site é só clicar aqui, para curtir é só ir até o facebook, para seguir é só ir até o twitter e se quiser ver apenas os meus posts clique aqui, mas garanto que vale a pena ler o blog todo!
O blog ainda é um bebê, com apenas um dia de vida, então digamos que muitas coisas ainda estão por vir, e vocês vão gostar E MUITO!
O último post foi sobre TOP 5, e como eu escrevi textos novos para o blog, mas estou com preguiça de digitar, editar, procurar imagem e postar, resolvi fazer outro TOP 5, prometo que até o fim do dia mudo isso e crio vergonha na cara para os textos.
Essa semana foi uma semana de emoções musicais, motivo? Clipe novo do McFLY! O melhor clipe do mundo, dedicado as fãs e as únicas pessoas que podem entendê-lo, são as fãs. Ai ai, esses Guys de Londres me matando um pouco por dia, ainda bem que é de felicidade e de orgulho.
Chega de enrolação, vamos a lista.
5- We Are Never Ever Getting Back Together - Taylor Swift
É o nome de uma música ou um trava línguas? Enfim, até algum tempo atrás Taylor para mim era santa de pedestal, depois de um tempo cansei de tanto sofrimento, no caso enquanto eu chorava ouvindo alguma música dela, ela estava arrumando outro namorado, e outro, e outro, E ISSO NÃO FAZ SENTIDO. Ela mal sofre e já arruma outro namorado, deve ser para manter o ciclo musical. Decidi que não ia me render ao RED, então quando saiu o clipe de WANEGBT eu não quis ver, até o Tom comentar no twitter, resolvi ouvir e PRONTO, não consigo parar, com direito a dancinha no espelho de madrugada e tudo.
4- Kids - MGMT
Se o MGMT tem alguma outra música tão viciante quanto essa, POR FAVOR, me apresente. Essa é o tipo de música que só de ouvir a introdução eu já saio dançando por ai sem me importar com nada. Escuto pelo menos umas três vezes por dia, ligo no repeat e deixo até não poder mais. A música aliás, serviu de inspiração para a frase de uma futura tatuagem minha, mas isso vocês só irão saber quando eu tatuar, se tatuar.
3- Fantastic Baby - Big Bang
A primeira vez que ouvi confesso ter sido influência direta de "Wow, Fantastic Baby!", essa série do GD Entretenimento acabou me conquistando e me fazendo ficar cada vez mais interessada pelo mundo da música Coreana, e pela cultura Coreana. A maior parte das letras de K-pop são muito dançantes, Fantastic Baby é o tipo de música que nos liberta enquanto seguimos o seu ritmo dançando loucamente.
2- Sambinha Bom - Mallu Magalhães
Confesso que no passado já torci muito o nariz para músicas da Mallu, mas de uns tempos para cá resolvi parar para ouvir suas músicas, e não deu outra, vício. A voz doce de Mallu, e as letras gostosinhas de se ouvir acabam me trazendo uma sensação boa. Sambinha Bom faz parte do álbum mais recente de Mallu, intitulado Pitanga, com certeza o seu melhor álbum.
E EM PRIMEIRÍSSIMO LUGAR... ACHO QUE NEM PRECISAM ADIVINHAR, DE TÃO FÁCIL.
1- Love is Easy - McFLY
No dia em que foi liberada a versão de estúdio baixei e passei para o celular, pen drive e todos os lugares possíveis, foram dias escutando a música sem parar. Então finalmente sai o clipe, O MELHOR, O MAIS PERFEITO, O MAIS MEIGO, O MAIS TUDO, altas emoções ser fã de McFLY. Comecei a chorar assim que o VEVO me fez esperar 12 segundos (antes do youtube dava para ver no site), foram os segundos mais longos de toda a minha vida. Quando o clipe finalmente começou e tudo foi indo, já não sabia mais se chorava, se lembrava o meu nome, ou se sei lá, tentava cantar a música. Será difícil Love is Easy sair do meu topo de mais ouvida.
Tem coisa mais linda? NÃO!
Isso é tudo pessoal, espero que tenham gostado desse TOP 5, e que se não conheciam as músicas, conheçam agora e gostem.
Toda vez que chove fico refletindo sobre o que posso postar no blog, seja algum texto meu, ou qualquer outra coisa. Ontem não fugiu a regra.
Decidi criar a tag "TOP 5", uma vez por semana, ou até mais vezes, depende do meu humor ou outros fatores, farei um TOP 5 de alguma coisa que eu goste, não goste, o que der vontade de fazer, farei.
O primeiro TOP 5 é sobre os filmes da minha vida, digamos que foram os filmes que mais mexeram comigo nesses dezesseis anos de vida, e que podem mudar, já que é algo subjetivo.
5- Never Back Down (Quebrando Regras) Sinopse: Jake Tyler nunca procura por confusão - mas ela parece sempre encontrá-lo. Desde que seus pais se separaram, ela está em todo lugar. Pouco depois de se mudar de uma cidade pacata para a agitada Florida, Jake parece encontrar ainda mais problemas quando é arrastado para um liga de luta underground - um tipo de clube da luta para adolescentes. Com a ajuda de seus novos amigos - um sábio treinador, uma namorada aventureira e um melhor amigo frágil e cativante - Jake consegue superar o caos ao seu redor. Porém, quando pensa estar no controle, seu mundo vira de ponta-cabeça novamente devido a uma incansável campanha para que ele volte aos ringues. Agora, com a segurança de seus amigos e sua família em jogo, Jake só tem uma opção: Não desistir jamais.
O que achei do filme: Um dos maiores motivos por ser o filme da minha vida não é apenas o ator que faz Jake Tyler (Sean Faris), na verdade o que eu mais gosto no filme, além da história é a trilha sonora, o momento em que toca "Teenagers" do My Chemical Romance me faz ter surtos. Nunca consegui assistir o segundo filme, já comecei algumas vezes, mas a história não despertou meu interesse. Para falar a verdade, se não fosse pelo meu pai (dessa vez não foi influência da minha mãe, LOL) eu não teria assistido ao filme, ele acabou comentando comigo e então resolvi assistir, se você gosta de lutas, Never Back Down é um prato cheio.
4-LOLA (LOL)
Sinopse: A trama gira em torno de Lola (Miley Cyrus), uma garota que entre se divertir com os amigos, se acertar com o namorado após férias tumultuadas e estudar, ainda tem que acertar os ponteiros na complicada relação com a mãe (interpretada por Demi Moore).
O que achei do filme: Se você perguntasse para algum amigo meu o porque eu gosto de LOLA eles responderiam, "Pela Miley Cyrus", tem um fundo de verdade nessa afirmação, mas não foi apenas pela Miley. A história parecia ser bem interessante e com Demi Moore no elenco, o filme deveria ser muito bom. Além dessa versão, há a primeira versão francesa, fiquei curiosa para ver, mas nesse mundo cibernético não está assim tão simples de achar já que agora LOLA é facilmente associado ao nome "Miley Cyrus". É o tipo de filme que passaria na Sessão da Tarde, e é o tipo de filme do qual eu nunca cansarei de assistir, apesar do jeito chata de ser, meus gostos acabam sempre envolvendo coisas rotuladas tipicamente adolescente. Se você gosta da Miley, ou simplesmente de filmes adolescentes, assista LOLA! Se não se encaixa em nenhuma das descrições, assista do mesmo jeito.
3- Dirty Dancing (Ritmo Quente)
Sinopse: Em 1963, Frances Houseman (Jennifer Grey), ou "Baby", como é chamada pela família, uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie (Kelly Bishop) e Jake Houseman (Jerry Orbach) e sua irmã Lisa (Jane Brucker) para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Baby ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman (Jack Weston), o dono do hotel, não permite. Baby chega a dançar com Johnny Castle (Patrick Swayze), um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould (Max Cantor), um dos garçons, Baby se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas o pai de Baby, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Baby é jovem demais para entender seus sentimentos.
O que achei do filme: Essa foi uma influência direta da minha mãe, uma eterna fã do Patrick Swayze, a primeira vez que assisti ao filme foi por causa dela, acabei gostando e desde a primeira vez que vi já perdi a conta de quantas vezes assisti ao filme novamente. Para mim ele é como coisas inesperadas que a vida pode nos proporcionar, você vai passar as férias em algum lugar e BAM acha o amor da sua vida, apesar de clichê, acredito nesse tipo de coisa. A trilha sonora também me deixa encantada, assim como o último número do filme onde eles dançam (I've Had) The Time Of My Life. Se você gosta de filmes dos anos oitenta e nunca assistiu Dirty Dancing (lol, nunca parou para ver Sessão da Tarde?), não perca tempo e veja ao filme tipo AGORA!
2- 17 AGAIN (17 outra vez)
Sinopse: Mike é um dos garotos mais populares do colégio, atleta a caminho de uma excelente universidade. Mas, resolve abandonar tudo e casar com sua namorada de colégio. Depois de 20 anos, quando a sua vida não é exatamente aquilo que planejou, ele tem um encontro com um misterioso funcionário da escola e, de repente, volta a ter 17 anos. Então começa uma série de trapalhadas e problemas com a esposa e os filhos - que agora estudam com ele.
O que achei do filme: OH MY ZAC! Brincadeira, não é apenas pelo Zac, é pelo Matthew Perry também, ok, não é só pelos atores. Digamos que é a clássica história de transformação, mas ainda sim é uma ótima história sobre valorização do que temos, e até um pouco sobre sexualidade (se você já viu sabe do que estou falando, dale Zac! Ou Mark, tanto faz). Toda vez que fico sem internet, ou não tenho nada para fazer (o que digamos que acontece com frequência) acabo vendo o filme. Se você já viu outros filmes do Zac e ainda não viu esse, corre pra ver!
E QUE RUFEM OS TAMBORES PARA O PRIMEIRO LUGAR DO MEU PRIMEIRO TOP 5 ~rufando~.
1 - FERRIS BUELLER'S DAY OFF (CURTINDO A VIDA ADOIDADO)
Sinopse: Ferris Bueller é um jovem que está no último ano do colégio. Certo dia, ele sente uma vontade incontrolável de matar aula, curtindo pela cidade com sua namorada e seu melhor amigo. Em meio a tanta diversão, o diretor do colégio Ed está disposto a acabar com a festa do rapaz.
O que achei do filme: Como começar a explicar o que acho de um dos melhores filmes que já fizeram? Influência mais que direta da minha mãe (de novo), anos 80 com certeza foi o ano em que mais saíram os melhores filmes possíveis. Ferris era tipo um ídolo para os alunos de toda sua escola, terminei o filme chorando abraçada ao meu travesseiro querendo sair por ai curtindo a vida adoidada, cantando Beatles (TEM CENA MAIS PERFEITA?) e sei lá, fazendo tudo e mais um pouco do que Ferris fez. O modo como ele persuadia seus pais sendo um completo mentiroso, alterando suas faltas nos registros da escola, tendo tosses dentre outras coisas gravadas, aquilo era tão "Ferris, vamos trocar de vida, por favor?" Se tem um filme que nunca vou deixar de assistir é esse, nunca vou deixar de querer a vida de Ferris, até o melhor amigo dele que é um hipocondríaco maluco me encantou. Acho que gostaria de ter sido uma adolescente nos anos oitenta só por causa disso. Falei, falei E NÃO CONSEGUI FALAR NEM METADE DO QUE ACHO DO FILME! Resumindo, vai assistir AGORA se você nunca assistiu, isso é uma ordem.
Ps: Sou fã de Harry Potter, BTTF, High School Musical e Crônicas de Nárnia e Toy Story, mas se fosse coloca-los no TOP não daria um top 5, convenhamos, mas isso não muda nada meu amor por esses filmes.
Ps²: Espero até hoje uma continuação para Ferris Bueller's Day Off, algo que mostre o que aconteceu depois com todos eles.
Ps³: Obrigada aos sites dos quais eu peguei as sinopses (foram tantos que visitei que até esqueci quais usei, mas obrigada mesmo assim).
Isso é tudo pessoal, espero que vocês tenham curtido essa nova tag no blog.